Status quo

Para começar, o sistema: laptop a correr Fedora, depois de ter passado pelo Ubuntu, após o grande Cisma com o Windows, nos idos de Janeiro deste ano.

Continuo a acreditar que o computador, apesar de essencialmente um instrumento de trabalho, deve reflectir o próprio dono, ser moldável à sua imagem e maneira de trabalhar.

É-me absolutamente indiferente escrever num processador de texto que faça parte de um pacote de €500 ou um gratuito; ou por outra, não é, prefiro este último.

Se a minha pancada pelo que é livre e aberto (ou apenas gratuito) começou com o Openoffice.org, hoje (demorou 5 anos) tenho um computador sem nada que cheire a Microsoft/Windows, sem virus, malware, centenas de programas e serviços inúteis a arrancarem com o sistema e uma maneira de trabalhar segura e agradável.

No meu trabalho aquilo que escrevo pode ser lido por todos em qualquer computador com qualquer tipo de software. Faço-o sem gastar um tostão, de forma legal, protegida e divertida, e o dia em que o formato .odf domine o Mundo há-de chegar :-)

Porque na vida não fazemos outra coisa que não seja comunicar, por isso é bom que o façamos de forma confortável, eficaz e eficiente.