Nem quis acreditar quando logo no live CD o Mandriva não só reconhecia a minha placa gráfica ATI X como também permitia efeitos gráficos (Compiz e outro que agora não me ocorre). E o Gnome consegue ficar *lindo* com o novo tema que os gajos ex-Mandrake e agora Mandrake+Conectiva criaram e com toda uma série de janelas de menus.
Só não corro com o Fedora porque não há amor como o primeiro, mas tenho que arranjar outro computador para instalar este One. Cinco estrelas.
Não esquecer, Mandriva One.
(act) Cinco estrelas o cacete, não consigo pôr impressora nenhuma a funcionar. Fonha-se.
Fedora rules!
A cena do Abrupto e do car$#%# do jardim de Santo Amaro em Lisboa, fotografado quase ao segundo.
De susto.
Desde o último post que arranjei maneira de torrar a instalação no portátil, só acedia via linha de comandos e não sabia usar o usb disk para sacar os documentos.
Vá lá, perdi apenas um dia de trabalho onde até escrevi pouco no computador, nada que não se recupere.
Reinstalei tudo e o Fedora continua a rodar em força no portátil - funciona quase tudo: o som está um espectáculo, a placa gráfica da ATI disfarça bem, a câmara incorporada até pode funcionar mas não vou perder tempo com uma coisa que não uso e só tenho pena é que o leitor de cartões não dê - por enquanto, pelo menos.
De resto, periféricos e tal, conhece tudo.
E o grafismo, o grafismo… espectáculo.
Para começar, o sistema: laptop a correr Fedora, depois de ter passado pelo Ubuntu, após o grande Cisma com o Windows, nos idos de Janeiro deste ano.
Continuo a acreditar que o computador, apesar de essencialmente um instrumento de trabalho, deve reflectir o próprio dono, ser moldável à sua imagem e maneira de trabalhar.
É-me absolutamente indiferente escrever num processador de texto que faça parte de um pacote de €500 ou um gratuito; ou por outra, não é, prefiro este último.
Se a minha pancada pelo que é livre e aberto (ou apenas gratuito) começou com o Openoffice.org, hoje (demorou 5 anos) tenho um computador sem nada que cheire a Microsoft/Windows, sem virus, malware, centenas de programas e serviços inúteis a arrancarem com o sistema e uma maneira de trabalhar segura e agradável.
No meu trabalho aquilo que escrevo pode ser lido por todos em qualquer computador com qualquer tipo de software. Faço-o sem gastar um tostão, de forma legal, protegida e divertida, e o dia em que o formato .odf domine o Mundo há-de chegar
Porque na vida não fazemos outra coisa que não seja comunicar, por isso é bom que o façamos de forma confortável, eficaz e eficiente.